segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Aniversário da Sede Petrolina em 21 e 22 de agosto

Leia! Edificante!

Certa vez, durante a noite, numa certa cidade, eu vinha passando em frente a um parque de eventos que estava preparado para sediar uma grande festa junina. Eram muitas luzes, o palco era enorme, a organização impecável e as atrações eram da “primeira classe secular”. Fiquei boquiaberto com tamanha grandiosidade. De repente, o Espírito Santo sussurrou no meu coração: “Tudo isso é engano e sedução. São essas duas coisas que Satanás usa para prender as pessoas”. Refletir um pouco nessas palavras. Realmente, o inimigo não usa outras coisas senão estas, engano e sedução, para atrair as pessoas.

O diabo faz pensar que o homem é livre, quando na verdade ele é escravo de suas paixões, pecados e medos. Foi para isto que Jesus veio: “Para isso o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo” (1 João 3.8 b). E isto começa quando abrimos o nosso coração para conhecê-lo:
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8.32).

É como se escamas caíssem de nossos olhos e começássemos a enxergar as coisas como realmente elas são. Conhecer a Jesus é ter os olhos desvendados para a verdade que é o próprio Cristo:
“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14.6).

Muitas pessoas acham que vivem livres, mas, na verdade, são escravizadas pelo diabo. Têm sucesso profissional, mas um casamento fracassado; querem educar aos filhos, mas são presos na mentira e na maledicência. Vencem grandes concorrências na vida, mas não conseguem vencer o cigarro ou álcool. Criticam quem doa à Igreja, mas queimam grandes somas de dinheiro nas farras, orgias e drogas.

Jesus é Quem traz a verdadeira liberdade ao homem. Ele diz:
“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8.36).

Ele nos traz a liberdade de volta. A liberdade que o diabo roubou de nós. A liberdade de ser, de pensar e de agir.

1. A liberdade de ser – o inimigo rouba a identidade do ser humano. O pecado tira de nós o sentido de família, a comunhão com nossos entes queridos, a condição de imagem e semelhança de Deus. Satanás faz o homem viver completamente fora dos propósitos de Deus. Quando conhecemos a Deus, Ele nos redireciona para aquilo pelo qual nos projetou: que é servir a Ele e ao próximo. Jesus afirmou: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Lucas 10.27). Quando sirvo a Deus e também ao próximo, descubro o verdadeiro sentido de minha existência.

2. A liberdade de pensar – quando vivemos no pecado, não temos o poder de decidir. Esta é a definição de escravo. O pecado passa a ser senhor de nossas vidas. O pecado age na fraqueza da carne. Quando mais envolvido com o pecado, menos domínio eu terei sobre mim mesmo. Prostituições, vícios e amizades com o mundo são exemplos de como a carne se inclina ao pecado. Só algo mais poderoso pode vencer a carne: o Espírito de Deus. Ele nos liberta, trazendo a consciência do erro e livre arbítrio para decidir. “Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8). Outro versículo: “Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (2 Coríntios 3:17).

3. A liberdade de agir – quando sou escravo do pecado, todas as minhas ações estão debaixo do pecado. No meu dia-a-dia, vivo falando da vida alheia, praticando o “jeitinho brasileiro”, tirando proveito das pessoas, mentindo e sem domínio de si. O apóstolo Paulo retratou isso muito bem: “Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim” (Romanos 7.15,17-20). O pecado é uma prisão sem muros. Mas Cristo transforma as nossas vidas, derramando sobre nós os frutos do Seu Espírito, nos fazendo andar não mais na carne, mas no Espírito (Gálatas 5.16-25).

O Senhor, lá na Cruz, nos deu liberdade! “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor” (Colossenses 1.13). Que possamos afirmar, com convicção: “livre sou em Jesus”.

Conservando a minha liberdade em Cristo,
Pr Enádio.

sábado, 21 de agosto de 2010

Só faltava essa!


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Parabéns IEEA Jacobina!

1º dia



2º dia



Mensagem Abençoada para Você!

“O fogo, pois, sempre arderá sobre o altar; não se apagará; mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto, e sobre ele queimará a gordura das ofertas pacíficas. O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará” (Levítico 6.12-13 - RA).

No Tabernáculo Santo, que estava no meio da congregação dos filhos de Israel no deserto, havia o altar para o sacrifício. Neste altar havia um fogo que foi aceso sobrenaturalmente por Deus e que deveria ficar aceso continuamente. O altar significa a intimidade de Deus. Quando o Senhor nos chama ao altar, Ele nos chama à Sua presença, a participar da Sua intimidade. Já o fogo simboliza a Unção de Deus que deve ser uma constante em nossas vidas.

Esta passagem nos leva a refletir sobre a nossa vida perante a presença de Deus. Ele nos ensina:

1. A Unção de Deus está sobre o altar e é no altar que nós o encontramos.
É no altar de Deus que nós encontramos a Sua Unção. Não podemos ter intimidade com o Senhor sem buscá-lo. O profeta Jeremias nos revela o desejo de Deus em buscá-lo: “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o SENHOR, e farei mudar a vossa sorte...” (Jeremias 29.13-14 - RA).

2. Este fogo serve para que possamos sacrificar a nossa vida a Deus e por Deus.
O Espírito Santo nos impulsiona a dar a nossa vida para servir a Jesus e também nos leva a dar a nossa própria vida pelo Evangelho. Isso aconteceu no Antigo Testamento com Ester, quando entrou na presença do Rei Assuero sem ser convidada e rogar pelos seus irmãos judeus (Ester 4.9-17).

3. O Senhor deseja que este fogo sempre arda no altar, seja contínuo, nunca se apague.
A Unção de Deus deve ser constante em sua vida. "Sem lenha o fogo se apaga...” (Provérbios 26.20 - RA). Para manter o fogo aceso, você precisa de combustão: vida santa, de oração e de comunhão com a Sua Igreja.

4. O Senhor não quer fogo estranho no altar.
O fogo estranho gera a ira de Deus e a morte espiritual. Existem pessoas que vivem vida de falsa santidade, achando que é tudo normal. Foi isso que levou à morte os filhos de Arão, Nadabe e Abiú (Levítico 10.1-3).

O Senhor quer santidade perante o altar e não impureza.

5. O fogo acesso no altar nos levará a grandes vitórias.
O segredo das vitórias de grandes servos de Deus como Davi, Elias e Daniel, era porque eram cheios do Espírito Santo, e mantinham esta chama em suas vidas. Eles derrubaram obstáculos e alcançaram vitórias. Seja cheio do Espírito e o Senhor fará com que você possa triunfar sobre as tuas batalhas.

Todos nós precisamos deste fogo aceso em nós e que possamos estar no altar da presença de Deus. O Espírito nos incomoda a buscá-lo e que possamos hoje atender ao Seu chamado: “Ao meu coração me ocorre: Buscai a minha presença; buscarei, pois, SENHOR, a tua presença” (Salmo 27.8 - RA).

Mantendo a chama acesa,
Pr Enádio.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Convite Especial a Você!

Leia e Seja Edificado!

Vivemos em dias como nunca antes vividos em toda a história. Dias em que o que o avanço tecnológico e científico tem encurtado as distâncias, prolongado a vida, mas, contudo, não tem tido a capacidade de sarar as feridas da alma e do espírito humano. Sofrimento, desespero, pessoas em miséria e miseráveis por dentro, violentas, implacáveis, mortas em si, têm derramado lágrimas e feito derramar nos olhos de outros e de suas famílias. Um mundo com progresso tecnológico e científico, mas doente. Sem ternura e afeto, um mundo sem amor. Nas clínicas terapêuticas cheias, a busca humana por uma solução espiritual. Nunca a humanidade foi tão carente espiritualmente. A sociedade do aqui e agora, virtual, frio. Um mundo sem graça e sem a Graça de Deus.
O trecho bíblico a seguir, nos mostra fortemente um convite de Jesus a todos nós, um convite e também pedido, expressando a Maravilhosa Graça de Deus oriunda de Cristo para as nossas vidas:
“Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mateus 11.28-30).

1º Um convite: “Venham a mim”.

Jesus nos convida. Ele não obriga ninguém a seguí-lo. Como disse o profeta: “Não por força nem por violência, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos" (Zacarias 4:6).
a) Um convite aos cansados, aqueles que estão cansados de lutar, de buscar uma saída e não têm encontrado. Cansados do jugo desigual, cansados de viver. Jesus chama a todos estes para descansar Nele: “Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome” (Salmo 23.2-3).
b) Um convite os sobrecarregados, aos que estão levando pesados fardos emocionais e espirituais, oriundos de traumas, injustiças, abusos, para que o Senhor traga cura e alívio através do Espírito Santo (Isaías 61.1-3).

2º Um pedido: “Tomem sobre vocês”.

Cristo nos faz um pedido. Um conselho aos que vêm a Ele.
a) Um pedido a tomar sobre nós o Seu Jugo. O jugo é uma peça de madeira que serve para emparelhar dois animais para o mesmo trabalho. Espiritualmente, o jugo é símbolo de servidão, de opressão, de constrangimento. Jesus diz que o Seu Jugo é suave. Na verdade, Ele quer dizer que todos tomem Seu Senhorio sobre suas vidas. Quando vivemos no pecado, vivemos sob a sua servidão e opressão de Satanás, mas quando recebemos a Jesus como Senhor, nossa vida é transformada e liberta.
b) Um pedido a aprender Dele. A lição que Jesus nos traz é de mansidão (domínio próprio) e de humildade. Ele quer que sejamos inquietos, impacientes. Também não quer que sejamos arrogantes, orgulhosos, mas que depositemos Nele a nossa confiança (Mateus 6.25-34).

O Senhor é Pai, que cuida de nós. Ele nos aquece com o Seu Espírito Santo. Somente Ele traz satisfação plena à alma humana. Se lance nos braços de Jesus. Entregue a sua vida a Ele.

Na plenitude de Cristo,

Pr Enádio.

Uma Bênção!!! Huumm...

segunda-feira, 19 de julho de 2010

terça-feira, 13 de julho de 2010

Vivendo na Dependência de Deus

“Levantou-se naquela mesma noite, tomou suas duas mulheres, suas duas servas e seus onze filhos e transpôs o vau de Jaboque. Levantou-se naquela mesma noite, tomou suas duas mulheres, suas duas servas e seus onze filhos e transpôs o vau de Jaboque. ficando ele só; e lutava com ele um homem, até ao romper do dia. Vendo este que não podia com ele, tocou-lhe na articulação da coxa; deslocou-se a junta da coxa de Jacó, na luta com o homem. Vendo este que não podia com ele, tocou-lhe na articulação da coxa; deslocou-se a junta da coxa de Jacó, na luta com o homem. Perguntou-lhe, pois: Como te chamas? Ele respondeu: Jacó. Então, disse: Já não te chamarás Jacó, e sim Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste” (Gênesis 32.22-28).

Jacó foge para a casa de seu tio Labão e lá se casa com as duas filhas deste, Lia e Raquel. Tem filhos, enriquece, enfim, vê a mão de Deus operando em sua vida. Mas ainda assim, demonstra, em suas atitudes, que havia um pouco do velho Jacó em sua vida. A forma como Jacó planejou conduzir o encontro com seu irmão Esaú mostra o quanto ele queria resolver as coisas por si próprio, demonstrando auto-suficiência, que no dicionário Aurélio significa "aquele que se basta para si mesmo'.

Essas atitudes de Jacó muitas vezes são também atitudes nossas quando estamos diante de situações adversas na vida:


1. Queremos resolver pela nossa sabedoria humana (pela própria inteligência) – Jacó disse que iria ser servo de Esaú (Gênesis 32.3-4).

2. Queremos resolver com aquilo que temos nas mãos (bens ou dinheiro) – Jacó quis presentear a Esaú com seus bens (Gênesis 32.5,13-18). As pessoas não oram mais, mas tentam resolver logo as coisas por si.

3. Tentamos resolver usando estratégias humanas – Ele separou as pessoas que estavam consigo em dois bandos (Gênesis 32.6-7).

Outro fato que evidencia o quanto Jacó queria resolver seus problemas pela sua auto-suficiência foi quando ele luta com o Anjo do Senhor e resiste com todas as suas forças. Jacó começa a lutar pensando ser o Anjo um espião de Esaú, mas depois nota ser alguém enviado por Deus. O termo “Anjo do Senhor” aponta para uma teofania, ou seja, manifestações de Jesus Cristo no Antigo Testamento.

Na luta com o Anjo, este toca em uma de suas coxas. Para o judeu, o tendão de sua coxa era o símbolo de sua força, de sua auto-dependência, sua auto-suficiência. Mas Jesus o toca.
Ele quebra as suas resistências e o faz depender totalmente de Deus. Agora Jacó não quer sair da presença de Deus porque queria a Sua bênção para a sua jornada, pois estava totalmente dependente do Senhor.

A presença de Deus gerou a inteira dependência de Jacó, e agora ele seguiria a sua jornada como outra pessoa, outro nome, outra forma de encarar seus problemas, com a certeza de que Deus estava preparando o seu encontro com Esaú, seu irmão.

Entregue-se aos cuidados do Senhor. Faça a sua vida completamente dependente daquele que na Cruz se entregou por nós: Jesus.


Entregue aos cuidados de Deus,
Pr Enádio.

Campanha em Nossa Igreja